Transformação

Modernização de
sistemas legados.

O sistema legado raramente é um problema de tecnologia. É um problema de negócio que se disfarça de tecnologia: ele trava o lançamento, encarece cada mudança e concentra o conhecimento em duas ou três pessoas.

Sem parar a operaçãoMigrar, reescrever ou manterRisco controlado

O problema

Quando o legado vira o gargalo.

Sistema antigo que funciona não é problema. O problema começa quando ele passa a definir o que o negócio pode ou não fazer.

Toda mudança é um projeto

O que deveria levar dias leva meses, porque ninguém sabe o que mais vai quebrar. O roadmap do produto passa a ser refém do sistema.

Conhecimento em poucas cabeças

Duas ou três pessoas entendem como aquilo funciona. Férias, saída ou aposentadoria viram risco operacional real.

Custo de manutenção subindo

Licença, infraestrutura superdimensionada e horas de especialista escasso. Você paga cada vez mais para manter tudo exatamente como está.

Não dá para parar

É o sistema que sustenta o faturamento. Qualquer proposta que envolva desligá-lo por um fim de semana está fora de discussão.

Como trabalhamos

Modernizar é decidir o que não reescrever.

É a mesma Escada de sempre — o que muda é o problema no primeiro degrau. Veja o método completo.

01

Diagnóstico

Mapeamos o que existe, o que é crítico e o que pode esperar. Nem tudo precisa ser reescrito, e o mais caro é descobrir isso depois.

02

Transição

Migração por partes, com o legado no ar. O novo assume função por função, com rollback possível a cada etapa.

03

Operação

O sistema novo operando e medido. O legado sai de cena quando não resta nada crítico nele, não antes.

Caso real · Registro de imóveis

3 milhões de usuários por mês

Uma certidão de registro de imóveis é documento legal: não pode ter erro, não pode demorar e precisa existir de forma padronizada em todos os cartórios do país. O processo estava fragmentado entre milhares deles. Criamos o aplicativo que unifica a pesquisa e o acesso, conectando por trás os sistemas legados dos cartórios — que não podiam parar durante a transição.

Escala nacionalIntegração com legadoMobile

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar.

Modernizar significa reescrever tudo?

Quase nunca. Reescrever do zero é a opção mais cara e mais arriscada, e costuma ser a primeira que aparece na mesa. O diagnóstico separa o que precisa ser reescrito, o que só precisa ser migrado de infraestrutura e o que pode continuar como está.

Dá para modernizar sem parar a operação?

É o padrão de trabalho, não a exceção. A migração acontece por partes, com o sistema antigo no ar, e cada etapa tem caminho de volta. No case de registro de imóveis, os sistemas dos cartórios seguiram operando durante toda a transição.

Por onde começar se ninguém documentou o sistema?

Pela leitura do que existe: código, banco, integrações e as pessoas que operam. Documentação ausente é o cenário comum, e mapear isso é parte do diagnóstico — não um pré-requisito para contratá-lo.

Quanto tempo leva uma modernização?

Varia com o tamanho e a criticidade do sistema. O que fixamos é o diagnóstico: escopo e prazo fechados, ao fim do qual você tem o plano por etapas, com prioridade e risco de cada uma — antes de assumir compromisso de projeto longo.

Vale a pena migrar para a nuvem junto?

Às vezes. Migrar para a nuvem um sistema mal estruturado costuma só mudar o endereço do problema e aumentar a conta. A decisão entra no diagnóstico, junto com o resto.

Comece por um diagnóstico.

Escopo e prazo fixos. Em poucas semanas você tem, em uma página, onde o negócio está deixando dinheiro na mesa e o que fazer com isso.