Dado entrando à mão no SAP
O sistema de origem não integra, então alguém digita. É onde nasce a divergência que só aparece no fechamento do mês.
Transformação
SAP raramente é o problema. O problema costuma ser o que fica de fora dele: a planilha que alimenta o módulo, o sistema de origem que não conversa, o processo que alguém executa à mão entre uma tela e outra.
O problema
Quase ninguém procura consultoria SAP para implantar do zero. Procura porque algo em volta dele não fecha.
O sistema de origem não integra, então alguém digita. É onde nasce a divergência que só aparece no fechamento do mês.
Tanto desenvolvimento sob medida que atualizar virou projeto de risco. A empresa paga licença de um produto que já não é mais o produto.
Parte roda no SAP, parte no sistema legado, e a ponte entre eles é exportação de arquivo com boa vontade.
Ajuste simples espera semanas porque depende de quem conhece o ABAP daquele módulo específico.
Como trabalhamos
É a mesma Escada de sempre — o que muda é o problema no primeiro degrau. Veja o método completo.
Onde exatamente o fluxo quebra, e se a resposta é integração, customização ou mudar o processo. Nem todo problema perto do SAP se resolve dentro do SAP.
Implementação S/4HANA, desenvolvimento ABAP quando necessário, e as integrações com os sistemas que já existem — inclusive os que não têm API.
Suporte, migração de versões e evolução. Integração quebra silenciosa quando o sistema do outro lado muda.
Caso real · Logística
Na GOL, o sistema legado de vendas de cargas não conversava com a plataforma financeira do grupo. Entre uma ponta e outra havia trabalho manual — e o retrabalho que ele gera. Construímos a integração ponta a ponta: da venda ao boleto, sem ninguém no meio transportando dado de um sistema para o outro.
Perguntas frequentes
Os dois. Implementação de S/4HANA e módulos, e também a integração com o que já existe. Na prática, a maior parte da demanda que chega é de integração.
É o caso mais comum. Existem caminhos — banco de dados, arquivo, automação da própria interface — e a escolha depende de volume, criticidade e do quanto aquele sistema ainda vai viver.
Não. O padrão é rodar em paralelo com o processo atual até os números baterem, e só então desligar o manual.
Sim, quando o problema realmente exige. Vale dizer que customização em excesso é o que costuma travar upgrade depois — parte do trabalho é evitar criar essa dívida.
Depende de quantas existem e de como foram feitas. O diagnóstico mapeia isso antes de qualquer promessa de prazo.
Escopo e prazo fixos. Em poucas semanas você tem, em uma página, onde o negócio está deixando dinheiro na mesa e o que fazer com isso.