Queda no pico é reembolso na hora
Quem pagou e não conseguiu assistir pede o dinheiro de volta. E a reputação do próximo evento já nasce comprometida antes de ele ser anunciado.
Setores · Streaming e mídia
Transmitir para uma plateia pequena é simples. Transmitir para milhares de pessoas ao mesmo tempo, com chat em tempo real, cobrança no mesmo fluxo e sem queda, é outro problema — e num evento pago qualquer instabilidade custa dinheiro na hora. É o tipo de plataforma de streaming que construímos.
O problema
Três coisas que costumam brigar entre si — acesso simultâneo, interação em tempo real e cobrança — precisam funcionar juntas, no exato momento em que não há segunda chance.
Quem pagou e não conseguiu assistir pede o dinheiro de volta. E a reputação do próximo evento já nasce comprometida antes de ele ser anunciado.
Transmite bem, mas ingresso, acesso e cobrança vivem em outro sistema, reconciliados à mão. A transmissão vira custo em vez de fonte de receita.
Interação em tempo real com milhares de pessoas é problema de arquitetura, não de plugin. Funciona no teste com vinte e cai com nove mil.
O evento acaba e o conteúdo gravado vira um problema separado — quando deveria ser a segunda vida do mesmo produto.
Como trabalhamos
Plataforma de streaming ao vivo é construída para o pico, não para a média: distribuição, interação e cobrança desenhadas para o momento de maior carga.
Qual o público simultâneo esperado, qual o modelo de cobrança e onde a experiência não pode falhar. É o que define a arquitetura. Escopo e prazo fixos.
Transmissão, gravação, chat e monetização na mesma plataforma, com distribuição otimizada para picos de acesso e monitoramento contínuo de performance.
Acompanhamento durante a transmissão, com o número que importa medido: pessoas simultâneas, estabilidade e faturamento do evento.
Caso real · Evento pago ao vivo
Entregamos para a Forlive a plataforma completa de transmissão, gravação e monetização, com monitoramento contínuo de performance e distribuição otimizada para picos de acesso. Na primeira transmissão, mais de 9 mil pessoas assistiram e interagiram simultaneamente, com R$ 78 mil faturados no evento e zero instabilidade. A ferramenta de transmissão virou fonte de receita.
Perguntas frequentes
Para transmitir, elas resolvem. O que não resolvem é cobrança, controle de acesso e interação integrados no mesmo fluxo, com a sua marca e o seu dado. Quando a transmissão precisa ser produto — e não conteúdo gratuito — o sob medida passa a se pagar.
O número é definido no diagnóstico e vira requisito de arquitetura. No case da Forlive, mais de 9 mil pessoas assistiram e interagiram ao mesmo tempo na primeira transmissão, sem instabilidade.
Sim — é o ponto central. Ingresso, acesso e transmissão no mesmo fluxo, sem reconciliar sistemas depois. É o que transforma a ferramenta de transmissão em fonte de receita.
Serve para qualquer transmissão ao vivo em que público simultâneo, interação e cobrança precisam funcionar juntos. O que muda é o modelo de monetização, não a arquitetura.
Faz parte da mesma plataforma: gravação e distribuição são desenhadas junto com a transmissão, para que o evento tenha uma segunda vida como conteúdo sob demanda.
Escopo e prazo fixos. Em poucas semanas você tem, em uma página, onde o negócio está deixando dinheiro na mesa e o que fazer com isso.