Baixaram, abriram uma vez e esqueceram
O app foi feito a partir de uma lista de telas, não de um problema do usuário. Sem motivo para voltar, ele vira só mais um ícone, até ser apagado.
Transformação
Publicar um app é a parte fácil. Difícil é ele continuar no celular de quem baixou. Somos uma empresa que desenvolve aplicativos começando pelo problema: para quem é o app, o que ele precisa resolver e como se conecta aos sistemas que já sustentam o seu negócio.
O problema
Quem procura uma empresa para desenvolver aplicativo quase sempre já passou por um destes, ou quer evitar.
O app foi feito a partir de uma lista de telas, não de um problema do usuário. Sem motivo para voltar, ele vira só mais um ícone, até ser apagado.
Pedido feito no celular que alguém redigita no sistema. Estoque, preço ou status desatualizado. A ponta é bonita e o processo por trás continua manual.
Sai uma versão nova do iOS ou do Android, o app quebra, e ninguém sabe mexer no código. Às vezes nem a conta da loja está no nome da empresa.
Meses de desenvolvimento antes de alguém usar de verdade. Validar com protótipo custa uma fração e evita construir o app errado.
Como trabalhamos
É a mesma Escada de sempre, o que muda é o problema no primeiro degrau. Veja o método completo.
Escopo, prazo e preço fixos para responder se o problema pede um app, um sistema web ou nenhum dos dois, e o que entra na primeira versão. Plano de uma página, com uma leitura para o negócio e outra para a tecnologia.
Design pensado com quem vai usar, desenvolvimento para iOS e Android, integração com os sistemas que já existem e publicação nas lojas. Entregas em ciclos curtos, testadas no celular desde cedo.
Medimos o uso real depois do lançamento e evoluímos a partir dele. Atualização para cada versão nova do sistema operacional, sustentação e, se preferir, transferência completa para o seu time.
A decisão
Nem todo problema pede um aplicativo. Faz sentido construir um app quando pelo menos um destes critérios aparece; quando nenhum aparece, um sistema web costuma custar menos e alcançar mais gente.
Quem usa abre todo dia ou toda semana: equipe de campo, cliente recorrente, operação. Para uso esporádico, ninguém quer baixar nada.
Câmera, localização, leitura de código, notificações, bluetooth. É o que o navegador não faz bem, e o que o app faz por natureza.
Vistoria, entrega, atendimento em campo. O app guarda o trabalho e sincroniza quando a conexão volta.
Quando o app é o próprio serviço que o cliente compra, desempenho e acabamento deixam de ser detalhe.
Caso real · Registro de imóveis · ONR
Criamos o aplicativo que unifica a pesquisa e o acesso ao registro de imóveis do país, conectando por trás os sistemas legados de milhares de cartórios, sem parar a operação. Simples na frente, escala nacional atrás.
Perguntas frequentes
Depende do que o app precisa fazer, e é por isso que começamos pelo diagnóstico, com escopo e preço fechados antes de começar. No fim dele você tem o app delimitado (o que entra na primeira versão e o que fica para depois) e uma proposta de construção com número, não uma estimativa aberta.
O diagnóstico leva poucas semanas. A construção é feita em ciclos curtos: você testa partes do aplicativo no próprio celular muito antes da publicação, em vez de esperar meses por uma entrega única.
Sim, para os dois. Se o app vai ser nativo ou multiplataforma é uma decisão técnica que sai do problema: o quanto ele usa recursos do aparelho, a exigência de desempenho e o custo de manter duas bases de código.
Muitas vezes o site resolve, e a gente diz isso no diagnóstico. App vale quando o uso é frequente, quando ele depende de recursos do celular (câmera, localização, notificações, uso sem internet) ou quando a experiência é o produto. Para uso esporádico, um sistema web bem feito custa menos e chega a mais gente.
Sim. A publicação nas lojas faz parte da entrega, com as contas em nome da sua empresa. O app é seu desde o primeiro dia.
Sim, e quase sempre é aí que está a parte difícil. ERP, CRM, SAP, sistema legado: o app é a ponta que o usuário vê, e a integração é o que faz a informação estar certa. Foi o que fizemos no case do ONR, com milhares de sistemas legados por trás de um aplicativo só.
Podemos seguir na sustentação: atualização para as versões novas de iOS e Android, correções e evolução guiada pelo uso real. Se preferir levar para dentro de casa, o código é seu, versionado e documentado, e a transferência de conhecimento faz parte da entrega.
Sim. Em São Paulo o atendimento é presencial: a reunião de diagnóstico acontece no seu escritório. No resto do país, o trabalho é remoto.
Escopo e prazo fixos. Em poucas semanas você sabe, em uma página, se o seu problema pede um aplicativo, o que entra na primeira versão e quanto custa construí-la.